O vôlei é, junto com o futebol, um dos esportes que mais movimenta medalhas no Brasil. Pense na quantidade de gente envolvida: clubes de bairro, ligas escolares, campeonatos municipais, escolinhas de iniciação e projetos sociais espalhados por todo o país. Cada um desses ambientes fecha temporada, realiza festival e entrega premiação. Em um único campeonato municipal com categorias mirim, infantil, juvenil e adulto, e times masculinos e femininos, é comum passar de mil atletas na quadra — e cada atleta é uma medalha em potencial. Neste guia, mostro como clubes, ligas e organizadores planejam medalhas de vôlei personalizadas, do desenho do relevo ao prazo de entrega. Para a visão geral do que fazemos, comece pela página de medalhas personalizadas.
[Image: medalhas-de-volei-personalizadas-guia.jpg — medalhas de vôlei em metal dourado com relevo de bola e rede, sobre fita nas cores do clube, apoiadas em uma quadra]
Sou fabricante desde 2010, com fábrica própria em Huizhou, na China, e atendo clubes, ligas escolares e organizadores de eventos esportivos no Brasil há mais de uma década. Tudo o que escrevo aqui vem da linha de produção: do molde que abrimos, do banho que controlamos e do lote que embalamos. Não é catálogo genérico — é o que aprendi errando e acertando com clientes que premiam jogadores de vôlei todo fim de semana, de escolinha de bairro a final de liga adulta.
Por que o vôlei movimenta tantas medalhas no Brasil
O vôlei brasileiro tem uma característica que poucos esportes têm: uma base gigantesca e descentralizada. Não é só o alto rendimento da seleção que sustenta o volume de premiação. É a capilaridade. Existe vôlei em quadra de escola, em ginásio municipal, em clube social, em projeto de comunidade, em praia e em areia. Essa capilaridade se traduz em um número enorme de eventos por ano, e todo evento que termina precisa de medalha.
Quando falo com organizadores brasileiros, o padrão se repete. Um campeonato municipal de vôlei costuma ter quatro categorias de idade, dois naipes e várias fases. Uma liga escolar tem rodada por bimestre. Uma escolinha faz festival de encerramento de semestre. Um projeto social entrega reconhecimento por participação e por destaque. Cada um desses formatos tem uma lógica própria de premiação, e é aí que a maioria dos pedidos começa errado: o organizador copia a premiação de outro evento sem entender a própria estrutura.
O vôlei também tem uma vantagem para quem desenha medalha: o repertório visual é muito claro e reconhecível. Bola, rede, quadra, mão em bloqueio, saque, silhueta de jogador no ataque. São elementos que funcionam bem em metal fundido e que qualquer pessoa identifica à distância. Isso permite montar uma família de moldes que serve a temporada inteira, como explico mais adiante.
Existe ainda o fator emocional. O vôlei é um esporte de time, e a medalha de vôlei carrega um significado coletivo. Ela não premia só o indivíduo — premia o grupo que treinou junto. Isso muda a decisão de compra: o clube quer que a peça pareça parte de um conjunto, com identidade visual coerente entre as categorias. Por isso recomendamos começar o projeto pela frente comum, com o brasão ou a marca do evento, e tratar o que é individual no verso.
Quantas medalhas por campeonato: participação ou pódio?
A primeira decisão de qualquer organizador é a mais cara de errar: o evento premia só o pódio ou premia todos os participantes? Essa escolha define o volume do pedido, o orçamento e até o formato da medalha. As duas abordagens são legítimas, mas servem a objetivos diferentes.
A medalha de pódio é a clássica. Premia primeiro, segundo e terceiro lugar, normalmente com ouro, prata e bronze. Serve a campeonatos competitivos, ligas com classificação e finais. O volume é previsível: três colocações por chave, multiplicado pelo número de chaves. Uma final de quatro categorias, dois naipes, com chave de oito times, gera 24 medalhas de pódio por categoria-naipe — e isso sem contar as fases anteriores.
A medalha de participação (ou medalha de finisher, de conclusão) premia todo atleta que completou o evento. Serve a festivais de base, escolinhas, projetos sociais e campeonatos de integração. O volume é muito maior, porque depende do número de atletas, não do número de colocações. E aqui está o erro mais comum: o organizador calcula a medalha de participação pelo número de times, quando deveria calcular pelo número de atletas.
Faça a conta do jeito certo. Um time de vôlei de quadra tem seis jogadores em quadra, mas a equipe inscrita costuma ter de 10 a 14 atletas, contando reservas e líbero. Um festival com 16 times, portanto, não é um pedido de 16 medalhas — é um pedido de 160 a 224 medalhas. Essa diferença de dez vezes é o que faz organizador ficar sem peça no dia da entrega.
Veja um comparativo prático entre os dois modelos:
| Modelo | Quem recebe | Como calcular o volume | Melhor uso | Faixa de volume típica |
|---|---|---|---|---|
| Medalha de pódio | 1º, 2º e 3º lugares | 3 colocações × número de chaves | Campeonatos, ligas, finais | Dezenas a poucas centenas |
| Medalha de participação | Todos os atletas inscritos | Atletas por equipe × número de equipes | Festivais, escolinhas, projetos | Centenas a mais de mil |
| Modelo misto | Pódio com metal nobre + participação em metal simples | Somar os dois cálculos | Eventos grandes com verba limitada | Centenas a mais de mil |
O modelo misto é o que mais cresce entre nossos clientes brasileiros. O clube entrega medalha de pódio em banho dourado para os três primeiros e uma medalha de participação em metal mais simples para todos os demais atletas. Assim o evento reconhece todo mundo sem estourar o orçamento, e a peça de pódio mantém o valor simbólico.
Medalha única para o campeonato ou uma por categoria?
Depois de decidir o modelo, vem a segunda pergunta: um único design de medalha para todo o campeonato ou um design diferente por categoria? A resposta quase nunca é “um molde por categoria”. É uma família de moldes combinada com gravação variável.
Funciona assim. A frente da medalha carrega o que é comum a todos: o brasão ou a marca do clube, o nome do campeonato, a arte de vôlei (bola, rede, quadra) e talvez o ano. Essa frente sai do molde, e é paga uma vez. O verso carrega o que é individual: nome do atleta, categoria, colocação e, se for o caso, o nome do time. Esse verso sai da gravação, que é variável dentro do mesmo molde.
Com esse arranjo, um campeonato com quatro categorias e dois naipes não precisa de oito moldes. Precisa de uma frente que represente o vôlei e um verso que receba a gravação de cada combinação. O MOQ de 100 peças por design passa a ser facilmente atingido, porque a gravação não conta como design novo. Você pode, inclusive, escalonar o pedido por bloco de categorias sem estourar o mínimo.
Quando faz sentido ter mais de um molde? Quando a diferença é visualmente grande o suficiente para justificar o ferramental. Por exemplo: a categoria adulta recebe uma medalha maior e mais robusta, e a base recebe uma peça menor e mais leve. Nesse caso, dois corpos de peça fazem sentido — mas ainda assim a frente pode compartilhar a mesma arte, mudando só o tamanho.
É por isso que recomendamos separar o orçamento em duas linhas: ferramental (o molde, pago uma vez) e produção (a peça, repetível). Quem entende essa divisão compra melhor e negocia melhor. Explicamos o passo a passo em processo de fabricação.
Formatos de medalha de vôlei: redonda, bola e quadra
O formato é a primeira coisa que o atleta percebe na mão, antes mesmo de ler o relevo. No vôlei, três formatos dominam os pedidos, cada um com uma leitura própria.
| Formato | Descrição | Vantagem | Cuidado de produção |
|---|---|---|---|
| Redonda clássica | Disco tradicional, borda lisa ou serrilhada | Versátil, aceita qualquer arte, boa área plana para gravação | Disputa de espaço entre relevo e texto no verso |
| Bola (esférica/oval) | Formato que imita a bola de vôlei | Leitura imediata do esporte, muito vendável | Área útil menor para texto; exige arte centralizada |
| Quadra | Retangular ou quadrada, com linhas da quadra | Moderna, ótima para logo e nome do evento | Cantos exigem controle de molde para não arredondar demais |
A redonda clássica continua sendo a mais pedida, porque é a que melhor acomoda a gravação no verso. É a escolha segura quando o evento grava nome, categoria e colocação de cada atleta. A bola é a mais temática e funciona muito bem em festival de base e escolinha, onde o apelo visual vale mais que o espaço de gravação. A quadra é a mais moderna e tem ganhado espaço em ligas escolares que querem uma identidade gráfica mais limpa.
Um detalhe de fábrica que economiza dinheiro: os três formatos podem compartilhar a mesma família de arte. Se o desenho central é a bola com a rede, ele se adapta bem a um disco redondo, a um formato de bola e a um retângulo de quadra. Você mantém a identidade do campeonato e varia só a silhueta da peça.
Outro ponto é o tamanho. Medalha pequena com relevo muito detalhado vira borrão. Nossas margens de produção existem justamente para evitar isso: parede mínima de 2 mm, relevo mínimo de 0,4 mm e traços mínimos de 0,3 mm. Um elemento abaixo desses limites não aparece na peça fundida. Vale conversar sobre o tamanho real antes de aprovar a arte — sempre validamos o desenho no tamanho final.
Peso e conforto: o que o atleta sente no pescoço
Peso é a variável mais subestimada na compra de medalha. Ele não aparece no orçamento, mas aparece na experiência do atleta. E no vôlei, com criança de escolinha e adulto de liga no mesmo evento, o peso precisa ser pensado por categoria.
A regra prática que uso com clientes brasileiros: peças menores e mais leves para a base, peças mais robustas para o adulto. A criança de mirim não deve receber uma medalha pesada, porque ela incomoda no pescoço e a fita fica desconfortável. Já o atleta adulto associa peso a prestígio — uma medalha adulta que pesa como uma de criança passa impressão de premiação barata.
O peso depende de dois fatores: o diâmetro da peça e a espessura. Como o zinco Zamak tem densidade alta, duas medalhas do mesmo diâmetro e espessuras diferentes pesam de forma bem distinta. Se você quer subir o peso percebido sem mudar o diâmetro, aumentamos a espessura. Se quer manter a peça leve, reduzimos. Esse é um ajuste de molde, não de magia. Há uma tabela completa de tamanhos e pesos no nosso guia de materiais de medalhas.
Sugestões de peso e formato por faixa, do que mais vejo nos pedidos:
- Mirim e infantil: peças leves, fita mais curta e larga, para não incomodar no pescoço da criança.
- Juvenil: peso intermediário, com área de gravação para nome e categoria.
- Adulto e absoluto: peça robusta, que transmita conquista, com gravação completa no verso.
- Projetos sociais: peso leve e formato temático, porque o volume é alto e o foco é inclusão, não competição.
Conforto também é fita. Uma fita muito estreita ou muito curta em medalha pesada fica desconfortável e pode até virar. Falo disso na seção de fita e cordão.
Zamak 3, 5 e 7: por que a liga importa
Quem compra medalha de vôlei em volume há anos sabe que o material define durabilidade. Nossa produção usa liga de zinco Zamak 3, 5 e 7, fundida sob pressão em prensas de 88 toneladas, com ponto de fusão de 385 °C. Esse conjunto é o que permite as margens que citamos: parede mínima de 2 mm, relevo mínimo de 0,4 mm e traços de 0,3 mm.
Por que Zamak e não outro material? Porque a liga de zinco aceita relevo profundo com nitidez, mantém a forma ao longo do tempo e recebe acabamento metálico de alta qualidade. Uma medalha de vôlei passa a temporada na mochila, no bolso, na mão suada depois do jogo. Material leve demais amassa, risca ou perde definição justamente no relevo que dá sensação de conquista.
As três ligas têm aplicações diferentes. A Zamak 3 é a mais equilibrada e a mais usada na maioria dos pedidos. A Zamak 5 é mais resistente mecanicamente, indicada para peças que exigem mais rigidez. A Zamak 7 é mais fluida no preenchimento do molde, o que ajuda em desenhos com detalhes finos. A escolha depende do formato, do tamanho e do relevo da peça — e é uma decisão técnica que tomamos junto com o cliente, não uma escolha de catálogo.
Na prática, o que esses números significam:
- Parede mínima de 2 mm garante que a peça não entorte quando o atleta aperta a medalha na mão logo após o jogo.
- Relevo mínimo de 0,4 mm é o que faz a bola, a rede e a silhueta do jogador ganharem sombra e volume.
- Traços de 0,3 mm permitem gravar linha fina de quadra, número da camisa ou um detalhe de saque sem que a linha feche no molde.
Sem essas margens, o desenho bonito no arquivo vira superfície chapada na peça final. É a diferença entre uma medalha que o jogador pendura no quarto e uma que some na gaveta.
Esmalte mole e esmalte duro: profundidade e leitura da cor
Depois do relevo, a cor define a leitura da peça. No vôlei, as cores do clube ou da escola mandam, muitas vezes com dourado, prateado ou bronze no metal. As técnicas de cor que usamos trabalham com profundidades diferentes, e cada uma serve a um propósito.
| Técnica | Profundidade | Melhor uso no vôlei |
|---|---|---|
| Esmalte mole | Cerca de 0,3 mm | Blocos de cor chapada: fundo da quadra, faixas do clube |
| Esmalte duro (imitação) | Cerca de 0,5 mm | Brasões, emblemas e detalhes com brilho vitrificado |
| Esmalte de vidro | Cerca de 0,5 mm | Peças de gala e premiação de fim de temporada |
O esmalte mole, com cerca de 0,3 mm, é o mais usado para preencher áreas de cor sólida, porque cobre grandes superfícies com custo controlado. O esmalte duro, com cerca de 0,5 mm, dá aquele acabamento de vitral, muito valorizado em peças de destaque. O esmalte de vidro, também em 0,5 mm, é o acabamento mais nobre e reservado para premiações especiais.
Nos banhos metálicos, trabalhamos com ouro, níquel, cobre, ouro rosé, cromo, níquel preto e ouro branco. Também fazemos acabamento fosco, bicolor e arco-íris por pulverização a vácuo. Os clássicos — dourado, prateado e bronze — continuam sendo os mais pedidos, mas temos visto crescimento do níquel preto em campeonatos noturnos e do arco-íris em eventos de base, onde a peça precisa chamar atenção da criança.
Todo acabamento passa por galvanoplastia em 9 etapas: desceragem, limpeza ultrassônica, cobre alcalino de aproximadamente 500 segundos, cobre ácido de 20 a 60 minutos, coloração, secagem em forno túnel a 100 °C por 40 minutos, envernizamento e desengate. Esse processo é o que garante que a peça não descasque com o tempo — e em medalha que vai ser usada e guardada por anos, isso importa muito.
Vale conhecer os defeitos que a galvanoplastia mal feita provoca, porque eles ajudam a avaliar qualquer fornecedor. Bolhas de galvanoplastia aparecem quando a limpeza é insuficiente ou quando se aplica verniz antes da secagem completa. Riscos de fluxo surgem quando o banho é pouco agitado ou contém impurezas orgânicas. São defeitos de processo, não de arte — e é por isso que visitamos cada etapa antes de aprovar o lote.
Gravação: nome, categoria, colocação e ano
A gravação é o que transforma uma medalha genérica em lembrança pessoal. No vôlei, o verso costuma receber informações coletivas e individuais, e é aí que o planejamento do evento aparece. Os campos mais pedidos:
- Nome do atleta — o mais importante. Ninguém guarda medalha anônima.
- Nome do time ou do clube — reforça o vínculo coletivo do esporte.
- Categoria — mirim, infantil, juvenil, adulto.
- Colocação — campeão, vice, terceiro lugar, ou destaque.
- Ano e nome do campeonato — o contexto histórico da conquista.
A gravação em relevo no próprio metal exige as mesmas margens da arte: relevo mínimo de 0,4 mm e traços de 0,3 mm. Texto muito pequeno em medalha pequena vira ilegível, então orientamos o cliente sobre o limite de caracteres por tamanho de peça antes de aprovar o molde. Se o nome do atleta é o dado central, vale reservar uma área dedicada só para ele.
Uma boa prática de clube: padronizar a disposição da gravação ao longo da temporada. Assim, a coleção de medalhas do atleta no varal fica visualmente coerente, e o clube reforça sua identidade em cada peça. Isso é especialmente valioso em ligas escolares, onde o aluno acumula medalhas de várias rodadas no mesmo ano. Veja modelos e possibilidades em medalhas esportivas.
Fita ou cordão: qual usar em cada situação
A fita é metade da medalha. Ela define a leitura à distância: um pódio com fitas nas cores do clube comunica a identidade antes de qualquer um ler o metal. No vôlei, a escolha entre fita de tecido e cordão depende do perfil do evento.
| Suporte | Aparência | Durabilidade | Melhor uso no vôlei |
|---|---|---|---|
| Fita de tecido | Clássica, aceita impressão e cores do clube | Alta, resiste ao uso | Pódio, ligas, campeonatos oficiais |
| Cordão de náilon | Esportiva, moderna | Alta, ajuste de comprimento | Festivais, eventos de base, peças temáticas |
| Fita com impressão | Identidade visual forte | Alta | Eventos que querem divulgação no nome do campeonato |
A fita de tecido padrão mede 860-900 × 20-30 mm e pode seguir as cores do clube, da federação ou do evento. Para vôlei, as combinações mais pedidas são as cores do próprio clube, além de verde e amarelo em eventos nacionais. A fita com impressão do nome do campeonato ajuda na divulgação e é uma das personalizações de melhor custo-benefício.
O cordão de náilon é a escolha de festivais e eventos de base, porque tem apelo esportivo e permite ajuste de comprimento — útil quando as categorias têm atletas de tamanhos muito diferentes. Nossa linha de fitas para medalhas cobre cores sólidas, listras e personalização total.
Quanto custa por atleta: como montar o orçamento
A pergunta que todo organizador faz é quanto vai custar por atleta. A resposta não é um número solto — é a soma de três fatores: o molde (ferramental, pago uma vez), o material com acabamento (a peça) e a gravação (a personalização). Quem pede orçamento olhando só o preço unitário acaba surpreso com a conta final.
Vamos a um exemplo prático de cálculo. Imagine um campeonato municipal de vôlei com as seguintes características:
| Item | Quantidade | Observação |
|---|---|---|
| Categorias | 4 | Mirim, infantil, juvenil, adulto |
| Naipes | 2 | Masculino e feminino |
| Times por categoria-naipe | 8 | Fase de grupos |
| Atletas por time | 12 | Titulares, reservas e líbero |
| Modelo de premiação | Misto | Pódio dourado + participação simples |
A conta de participação é: 4 categorias × 2 naipes × 8 times × 12 atletas = 768 medalhas de participação. Se o evento também premia o pódio de cada chave, são 3 colocações × 4 categorias × 2 naipes = 24 medalhas de pódio. Total: 792 peças.
Esse número assusta à primeira vista, mas é a realidade de um campeonato municipal bem organizado. E é exatamente por isso que o planejamento importa. Com MOQ de 100 peças por design, o pedido se encaixa sem problema, e a gravação variável permite usar o mesmo molde para as 768 medalhas de participação, mudando só o nome e a categoria no verso.
Para reduzir o custo por atleta sem perder qualidade, três caminhos que uso com clientes brasileiros:
- Separar pódio de participação. A peça de pódio recebe acabamento mais nobre; a de participação, um acabamento simples. O custo total cai muito.
- Compartilhar o molde entre categorias. Uma frente comum para todas as categorias elimina ferramental repetido.
- Escalonar por bloco. Pedir a base e o adulto em lotes separados dentro da mesma temporada, mantendo o MOQ em cada lote.
Para orçamento por atleta, o caminho mais rápido é mandar a estrutura do evento e receber uma proposta com as duas linhas separadas — ferramental e produção. Temos um guia de referência de tamanhos e pesos em tamanhos e pesos de medalhas que ajuda a definir a peça certa para cada faixa de idade.
MOQ, prazos e o processo de fabricação
Agora a parte que mais pesa no calendário do organizador: prazo. Campeonato tem data marcada, e medalha que chega atrasada não serve. Por isso trabalhamos com um processo claro e prazos definidos, do primeiro contato ao envio.
O fluxo é este: orçamento em 24 horas, design gratuito em 24 horas, amostra em 7 a 10 dias, aprovação do cliente, produção em 7 a 15 dias e, por fim, inspeção e envio. O controle de qualidade é feito em 3 etapas, com 100% do lote aprovado antes de sair da fábrica. Nossa capacidade é de mais de 30.000 peças por dia, o que permite atender desde o pedido de fim de temporada de uma escolinha até o fornecimento recorrente de uma liga inteira.
| Etapa | Prazo | O que acontece |
|---|---|---|
| Orçamento | 24 horas | Análise da arte e da quantidade, proposta com ferramental e produção separados |
| Design gratuito | 24 horas | Prova de arte com alterações ilimitadas até a aprovação |
| Amostra | 7 a 10 dias | Peça física para o cliente conferir relevo, cor e gravação |
| Produção | 7 a 15 dias | Fundição, galvanoplastia e gravação do lote aprovado |
| Inspeção e envio | Conforme destino | Controle em 3 etapas, 100% aprovado |
O MOQ é de 100 peças por modelo. Como a gravação é variável dentro do mesmo molde, você pode dividir esse volume entre categorias, naipes e colocações sem precisar de um molde novo para cada combinação. É o que torna viável um campeonato com 768 medalhas de participação e apenas uma frente de molde.
Um conselho de fábrica: para campeonato com data fixa, feche a aprovação da arte com pelo menos 30 dias de antecedência. Isso dá folga para a amostra, para ajustes e para a produção dentro dos 7 a 15 dias. Quem deixa para a última semana acaba aceitando o que a fábrica tem pronto, e não o que o evento precisa. Há um cronograma detalhado no nosso guia de prazo de entrega de medalhas.
Erros comuns em pedidos de medalha de vôlei
Depois de mais de uma década fabricando para o Brasil, os erros se repetem:
- Calcular participação por time, e não por atleta. Um time de 12 atletas não é uma medalha — são 12. Esse é o erro que mais gera falta de peça no dia do evento.
- Arte com detalhe demais para o tamanho da peça. O que funciona em 70 mm vira borrão em 45 mm. Sempre valide o desenho no tamanho real.
- Deixar a gravação para o fim. Se o verso não tem área plana suficiente, não há onde gravar nome, categoria e colocação.
- Pedir um molde por categoria. Uma frente comum com gravação variável cobre o campeonato inteiro por uma fração do ferramental.
- Ignorar o peso por faixa de idade. Criança de escolinha e adulto de liga precisam de peças diferentes. Peso errado compromete o conforto e a percepção de valor.
- Comprar sem prever a temporada. Ajustar quantidade peça a peça custa mais caro do que planejar o ano. Veja como estruturar isso em medalhas para clubes e ligas.
Nada disso é complicado, mas tudo exige conversa antes de abrir o molde. É mais barato ajustar no arquivo do que refazer a matriz. Se você quer orientação de design, temos um guia específico de guia de design para preparar a arte do jeito que a fundição espera.
FAQ
Qual é o MOQ para medalhas de vôlei personalizadas? O MOQ é de 100 peças por modelo. Como a gravação é variável dentro do mesmo molde, você pode dividir esse volume entre categorias, naipes e colocações sem precisar de um molde novo para cada combinação.
Quantas medalhas devo pedir para um campeonato municipal? Depende do modelo de premiação. Para participação, multiplique atletas por time pelo número de times e pelas categorias e naipes. Um campeonato com 4 categorias, 2 naipes, 8 times por chave e 12 atletas por time chega a 768 medalhas de participação, mais as de pódio. Calcule sempre por atleta, nunca por equipe.
Posso usar um único molde para todas as categorias de idade? Sim. A frente da medalha carrega o que é comum a todos — brasão, nome do campeonato, arte de vôlei — e o verso recebe a gravação variável de nome, categoria e colocação. Só vale abrir um segundo molde quando o tamanho da peça muda muito entre a base e o adulto.
Qual a diferença entre esmalte mole e esmalte duro? O esmalte mole tem cerca de 0,3 mm de profundidade e é usado para blocos de cor chapada. O esmalte duro (imitação) tem cerca de 0,5 mm e dá acabamento vitrificado, indicado para brasões e detalhes de destaque. O esmalte de vidro, também em 0,5 mm, é o acabamento mais nobre.
Quantos dias leva a produção de um pedido de clube ou liga? O orçamento e a prova de design saem em 24 horas cada. A amostra fica pronta em 7 a 10 dias e a produção em massa leva de 7 a 15 dias após a aprovação da arte. Nossa capacidade é de mais de 30.000 peças por dia.
Qual formato é melhor: redonda, bola ou quadra? A redonda é a mais versátil e a que melhor acomoda a gravação no verso, sendo a escolha segura para campeonatos. O formato de bola tem leitura imediata do esporte e funciona muito bem em festivais e escolinhas. O formato de quadra é moderno e ótimo para logos e nomes de evento. Os três podem compartilhar a mesma arte.
Vocês entregam para clubes e ligas no Brasil? Sim. Exportamos para mais de 50 países, com prova de design gratuita em 24 horas, alterações ilimitadas, controle de qualidade em 3 etapas e pagamento padrão T/T 30% + 70%.
Fale com a fábrica
Se você organiza campeonato de vôlei, comanda clube, liga escolar, escolinha ou projeto social, o melhor caminho é mandar a arte ou a ideia e receber uma prova de design gratuita em 24 horas. Assim você vê o relevo, as cores e a gravação antes de investir no molde. Somos fabricantes desde 2010, com fábrica própria em Huizhou, mais de 15 anos de estrada e exportação para mais de 50 países. Nossa equipe de design é própria e gratuita, com alterações ilimitadas até a aprovação. Conte quantas categorias, naipes e atletas sua temporada tem — nós ajudamos a fechar a quantidade certa e a escolher o formato e o peso por faixa de idade. Solicite seu orçamento de medalhas de vôlei personalizadas.



